sexta-feira, 7 de maio de 2010

O SACI O Saci é um negro jovem, de uma só perna, portador de uma carapuça sobre a cabeça que lhe confere poderes mágicos. Sobre este último caractere é de notar-se que já na mitologia romana registrava Petrônio, no Satiricon, que o píleo conferia poderes ao íncubo e com recompensas a quem o capturasse.[1] Considerado uma figura brincalhona, que se diverte com os animais e pessoas, fazendo pequenas travessuras que criam dificuldades domésticas, ou assustando viajantes noturnos com seus assobios - bastante agudos e impossíveis de serem localizados. Assim é que faz tranças nos cabelos dos animais, depois de deixá-los cansados com correrias; faz as cozinheiras queimarem as comidas; ou aos viajores se perderem nas estradas.[1] O mito existe pelo menos desde o fim do século XVIII ou começo do XIX.[1] Papel do mito A função desta "divindade" era o controle, sabedoria, e manuseios de tudo que estava relacionado às plantas medicinais, como guardião das sabedorias e técnicas de preparo e uso de chá, mezinhas, beberagens e outros medicamentos feitos a partir de plantas. Como suas qualidades eram as da farmacopéia, também era atribuído a ele o domínio das matas onde guardava estas ervas sagradas, e costumava confundir as pessoas que não pediam a ele a autorização para a coleta destas ervas. O Saci na arte e literatura O primeiro escritor a se voltar para a figura do Saci-Pererê foi Monteiro Lobato, que realizou uma pesquisa entre os leitores do jornal O Estado de São Paulo. Com o título de "Mitologia Brasílica - Inquérito sobre o Saci-Pererê", Lobato colheu respostas dos leitores do jornal que narravam as versões do mito, no ano de 1917. O resultado foi a publicação, no ano seguinte, da obra Saci-Pererê: resultado de um inquérito, primeiro livro do escritor.[3] Com a transposição dos textos de Lobato para a Televisão, o Saci deixou o imaginário para ser personificado numa figura de carne e osso. Dia do Saci Em 2005 foi instituído o Dia do Saci no Brasil, comemorado no dia 31 de outubro, a fim de restaurar as figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Halloween. Curiosidades O saci foi adotado como mascote do time de futebol brasileiro Sport Club Internacional, do Rio Grande do Sul. É mascote também dos Social Futebol Clube, time de futebol do interior de Minas Gerais e do Sergipe Futebol Clube de Sergipe. O Saci é o símbolo da cidade de Botucatu. http://pt.wikipedia.org/wiki/Saci
Saci
O
Saci-pererê é um pequeno menino negro de uma perna só que tem uma carapuça (um tipo de chapéu) vermelha na cabeça. Essa carapuça é encantada e dá poderes milagrosos para o ele. Mas quem conseguir pegar a carapuça, será recompensado pelo Saci, que fará de tudo para recuperá-lo. Ele gosta muito de fazer travessuras como assustar o gado, dar nó em rabo de cavalo, aprontar na cozinha (apagar o fogo, trocar o sal pelo açúcar, queimar o feijão, etc.).O Saci também é defensor das matas e assusta pessoas que tentam destruir a natureza.

Curupira
O Curupira é um índio anão com cabelos vermelhos que queimam na forma de fogo. Ele tem os pés virados para trás, orelhas pontudas e dentes verdes. O Curupira tem os pés virados para trás que deixam rastros contrários, para enganar caçadores.E também surge e desaparece de repente, assim como o Saci. O Curupira é um dos mitos mais espantosos e populares das matas brasileiras


Iara
Iara ou Mãe-D’água é uma sereia, que adora cantar. Os homens ficam apaixonados ao ouvir seu canto e, atraídos, são levados para o fundo das águas do rio Amazonas, onde ela mora. Mas eles acabam morrendo afogados. Nas noites de lua cheia, Iara fica em cima das pedras, penteando os seus longos cabelos. Vaidosa, está sempre à espera de um jovem para casar.Os índios dizem que Iara é uma índia de longos cabelos pretos.


Mula - sem - Cabeça
Segundo histórias, a Mula-sem-cabeça seria uma mulher que namorou um padre e por causa disso foi amaldiçoada. Nas noites de quinta para sexta-feira ela vai para uma encruzilhada e se transforma.A tradição oral diz que ela chora como se fosse um humano, lamentando a sua triste sina.





Lobisomem
O Lobisomem é um homem que se transforma em lobisomem (metade lobo metade homem) nas noites de sexta-feira de lua-cheia. Ele é o sétimo filho homem que acaba tendo essa maldição.







Boto
Para os índios, O Uauiara é considerado o deus dos rios e protetor dos peixes. Ele se apresenta sob a forma de um boto.Os botos ficam reunidos às margens dos igarapés em noites de intenso luar para cantarem e dançarem.À noite, o boto sai do rio e se transforma em um bonito rapaz. Gosta de ir às festas para cantar, dançar e conquistar as índias. Seu canto, muito bonito, acaba atraindo as moças que, encantadas, o acompanham à beira do rio.Antes de chegar a madrugada, o rapaz mergulha no rio e se transforma novamente em boto.
Boitatá
O Boitatá é descrito como uma cabeça de touro de um olho só bem no meio da testa em um corpo de serpente. Ele protege as matas das pessoas que as incendeiam soltando fogo pela boca, como um dragão. Seu fogo é azul-amarelado





Negrinho Pastoreiro

O Negrinho do Pastoreio é um mito do sul do Brasil. Ele era um escravo que perdeu alguns cavalos de seu patrão e que acabou sendo violentamente castigado por ele. A surra foi tão grande que ele acabou morrendo. O patrão então jogou o corpo em um formigueiro e Nossa Senhora surgiu e resgatou seu devoto.Quem conhece a história, sabe que o Negrinho do Pastoreio é protetor das pessoas que perdem alguma coisa, e que ele é uma espécie de anjo bom.


Caipora
O Caipora pode ser confundido como o próprio Curupira, mas ele é descrito como um anão coberto de pêlos que percorre a mata montado em um porco selvagem (caititu) com pedaço de pau na mão para bater nos inimigos que destroem a natureza e matam os animais de maneira inescrupulosa. O Caipora é, assim como o Curupira e o Saci, um protetor da natureza e defensor dos animais. Diz a lenda que ele tem o poder de ressuscitar animais mortos.
Cobra Norato
Cobra Norato é filho de uma índia grávida de Boiúna (Cobra-grande) que deu à luz duas crianças gêmeas que na verdade eram cobras. A índia acaba abandonando essas cobras no rio. Uma cobra era má, de nome Maria, e a outra boa, que é o próprio Cobra Norato. Ele acaba matando a sua irmã por causa das malvadezas que ela praticava.Em determinadas noites de luar Cobra Norato abandona a sua forma e torna-se um homem bonito. Mas depois volta a sua forma original. Cobra Norato é um mito da região Norte do Brasil, em especial Pará e Amazonas.
Bicho - Papão
Dizem que o Bicho-papão é um monstro que surge do escuro para assustar crianças que se comportam mal e que não querem dormir. Os Pais geralmente dizem: “O Bicho-papão vai pegar você”, quando colocam suas crianças pra dormir e estas teimam em ficar acordadas. A história diz que bicho-papão é grande, o que causa um medo maior na criança.

FOLCLORE GAÚCHO DANÇA CHULA

http://http//www.youtube.com/watch?v=69QNBCqtB7U videoA Dança Chula é caracterizada por movimentos e sapeteados forte... Dança em desafio, praticada apenas por homens. Na Chula é utilizado uma Lança em torno de 4 metros estirada no chão longitudinalmente, em relação ao dançarino, o Peão Gaúcho. Faz parte das Tradições e cultura gaúcha.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

COMO SURGIU O FOLCLORE?

A Palavra Folclore, surgiu de dois vacábulos Saxônicos antigos "Folk", em inglês, significa "povo". E "lore", conhecimento. Folk+lore (Folklore). O termo criado por William John Thoms (1803-1885), um pesquisador Inglês que em 22 de Agosto de 1846 publicou um artigo intitulado "Folk-lore".






No Brasil, após a reforma de 1934 que eliminou k. a palavra perdeu também o hífen e tornou-se "folclore"




Qual a origem fo Folclore no Brasil?

O folclore brasileiro, é um dos mais ricos do mundo, formou-se ao longo dos anos principalmente por índios e negros.
Segundo a Carta do Folclore Brasileiro aprovada pelo I Congresso Brasileiro de Folclore em 1951,"constituem fato folclore as maneiras de pensar, sentir e agir de um povo, preservadas pela tradição popular, ou pela imitação".
Em 22 de Agosto o Brasil comemora o Dia do F olclore. A data foi criada em 1965 através de um decreto federal.
O Estado de São Paulo, foi o primeiro que instituiu Agosto como o mês do folclore.
O folclore brasileiro, apesar de ter raizes imemoriais, só começou a receber a tenção da elite nacional dos meados do século XIX, durante o Romantismo.
Alguns estudiosos brasileiros como Celso de Magalhães e Sílvio Romero passaram a pesquisar as manisfestações folclóricas. O resultado é que atualmenteo folclore brasileiro se encontra em uma posição privilegiada. Além de ser a base alimentadora de boa parte do patrimônio histórico, também faz parte do turismo do país.
Os órgãos estatais responsáveis protege a divulgação do folclore nacional são a Comissão Nacional de Folclore ligada a UNESCO e ao Instituto Brasileiro de Educação, Ciência e Cultura, Instituto do Patrmônio Histórico e Artístico Nacional.


Bibliografia: Wikipédia
Frade, Cáscia.Folclore/Cultural Popular:Aspecto de sua História. UNICAMP

CULTURA BRASILEIRA: FREVOS PERNAMBUCANOS


Dança e música típica do carnaval de Rua de Recife Pernambuco.

Essencialmente rítimica, de coreografia individual e andamento rápido. Seus dançarinos chamados passistas se vestem com fantasias coloridas e agitam pequenos guardas-chuvas com função somente estética. Alguns pesquisadores dizem que o frevo possui elementos de várias danças como marcha, polca ou maxixe, outros pensam que ela foi inlfuenciada pela capoeira.


O Frevo não é cantado, sua música só é executada por instrumentos de sopro e surdos, que formam a orquestra do frevo conhecida como famfarra. O passo e o frevo são uma espécie de mistério dentro da cultura popular brasileira. Mistério, porque as condições sob as quais surgiram, o frevo e passos, eram as mesmas, por exemplo, das que havia no Rio de Janeiro, na mesma época (da segunda metade do século 19, meio do século 20) conforme afirma o antropólogo Carlos Eugênio Líbano, em sua Anegregada instituição maltas de capoeiras, assim como acontecia no Recife, também tinham as bandas marciais, e as seguiam, exibindo suas habilidades.

Pernambuco tem uma dança que nenhuma outra terra tem, poderia ter acrescentado também uma "música" (frevo).

Nunca se conseguiu que brotasse em outra terra, ao menos com a autenticidade do que se faz no Estado. Detalhes, nuanças que há no frevo que "estrangeiros" não conseguem captar.
Olinda- terra do Frevo, e dos bonecos gigantes.


Bibliografia:Wikipédia
http://inventabrasilnet.t5.com.br/trioel.htm

terça-feira, 4 de maio de 2010


Bumba meu Boi.
A origem.
A essencia da lenda enlaça a sátira, a comédia,a tragédia eo drama, e demonstra sempre o contraste entre a fragilidade do homem e a força bruta de um boi.
Esta essência se originou da lenda Catirina e Pai Frnacisco , origem nordestina que sofreu adaptação a realidade Amazônia. Dessa forma reverencia o boi livre e nativo da floresta amazônica.
A festa do boi bumbá surgiu no nosdeste do país, ,as especificamente no Estado do Maranhão que exportou para o Estado do Amazônas, visitado noemalmente por milhares de turistas que vão para conhecer o famoso Festival Folclore de Parintins realizado desde 1913.
Foi um maranhense que levou a cultura para o Estado, fala-se que foi uma promessa típica do Maranhão em pagar por meio de apresentação de bois na porta da pessoa que recebe a graça de São João, Santo Antônio ou São Pedro, a brincadeira ficou prometida em continuar o bumba-meu-boi no Amazônas.
Entretanto, a manifestação folclórica maranhense sofreu influência da cultura amazonense, modificando seus aspéctos originais . Nasci então, o boi bumbá com características amazonense.
A festa do Bumba-meu-boi, uma tradição que se mantém desde o século XVIII, arrasta maranhenses e visitantes por todos os cantos de São Luís, nos meses de junho e julho. Atualmente existem mais de cem grupos de bumba-meu-boi de São Luís subdivididos em diversos sotaques. Cada sotaque tem características proprias que se manifestam nas roupas na escolha dos instrumentos, no tipo de cadênciada música e nas coreografias dança com característica africana a congada mescla elementos religiosos, resistindo ao tempo graças à devoção passada de geração em geração pelo o povo caiçara.
Pesquisa:Wikipédia
Bibliografia: Barros Antônio Evaldo Almeida 2007 O Pantheon Encantado: Culturas e Heranças na formação de Identidade Maranhense.

sexta-feira, 30 de abril de 2010




CULTURA BRASILEIRA


FESTA JUNINA UMA TRADIÇÃO BRASILEIRA DE ORIGEM EUROPÉIA


A festa Junina teve sua origem em Portugal, Espanha e chegou até nós através dos Jesuitas, graças aos portugueses que trouxeram essa tradição para cá, e logo os índios e os escravos aderiram a elas, e as levaram para as ruas. As festas Juninas tiveram suas origens em São Paulo, em 1808 com a chegada família Real portuguesa, a coisa sofisticou-se tomou maior vulto .
A origem da Festa Junina, histórias, tradições, festejos, comidas típicas,quermesses danças quadrilhas e etc.
Embora seja comemorada nos quantros cantos do Brasil na região do Nordeste as festas ganharam uma grande expressão.
O mês de Junho é o momento de se fazer homenagens as três Santos católicos: Santo Antônio, São João, e São Pedro.
As Festas Juninas começaram a se propagar através dos índios, e dos negros que viviam no Brasil, não tiveram dificuldade em adaptar às festas Juninas, pois são muito parecidas com as de suas culturas.
Aos poucos as festas foram se defundindo no território do Brasil, em especial tudo começou em São Paulo, por conta da chegada da família Real.
Embora foi no Nordeste que se enraizou, mas em São Paulo, ainda mantêm a tradição das quermesses e danças de quadrilha em torno das fogueiras principalmente no interior.
Em Caruaru-Pernambuco, é conhecida como a cidade do forró tanto que Caruaru, criou uma cidade cenográfica (de mentirinha), chamada de Vila do Forró, que é uma réplica de uma cidade do sertão com casas habitadas pela rainha do milho, pela rezadeira, pela parteira personagens típicas dos lugares.
Porém a maior festa Junina do Nordeste acontece em Campina Grande-Paraíba, no mês de Junho, a cidade recebe cerda de 100 mil pessoas que dançam até o dia amanhecer.
Os Nordestinos tem essa devoção a São João, e São Pedro por viverem em uma região árida do Brasil, e nessa época, eles festejam para agradecer as chuvas caidas nas lavouras, e grande colheitas de milho.
Suas danças são em ritímos de Forró, Xote, o Reizado e o Samba de-côco, e algumas músicas cantigas de autores desconhecidos.
Bibliografa:Wikipédia

sábado, 24 de abril de 2010

Que tal divulgarmos a cultura brasileira?
Nada de Halloween, no dia 31 de Outubro vamos comemorar o dia do Saci!
Podemos utilizar os personagens do sítio do pica-pau-amarélo, para diversificar as fantasias das crianças e professores, para comemorarmos no dia.